Escrito por :: Rogério Email:oeirasmp3@bol às 22h47
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Café Oeiras

Localizado no Passeio Leônidas Melo/Praça da Bandeira, foi construído na década de 40, na administração do prefeito Coronel Orlando Carvalho. Igualmente ao Cine Teatro e o prédio da Associação Comercial, integrantes do referido espaço cultural, possui estilo arquitetônico Art Decó. Funciona como bar e restaurante. Ponto de encontro dos mais famosos da noite oeirense.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 08h07
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Casa da Pólvora

Construção em pedra. Serviu como arsenal, na época da Capitania e Província. No dia 13 de dezembro de 1822, ocorreu o Episódio das Chibatas. Nativos, ao pino do meio-dia, encapuzados, aplicaram uma sova na Guarda Portuguesa deste monumento militar, demonstrando o inconformismo dos oeirenses ante o jugo lusitano que se sofria na epopéia da Adesão do Piauí à Independência do Brasil.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 08h04
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Casa das 12 Janelas

Construção típica da arquitetura civil piauiense do início do século IXX. Sofreu significativa alteração em seu formato em face do alargamento do conhecido beco de “Antônio Gentil”, em 1971. A casa perdeu dois cômodos da fachada principal e toda a fachada lateral. Atualmente funciona a Biblioteca Municipal de Oeiras.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h56
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Casa do Visconde da Parnaíba

Construção do século XVIII. Serviu como residência do Brigadeiro Manoel de Sousa Martins, o Visconde da Parnaíba”, que dirigiu a Província durante quase duas décadas. Local onde primeiro funcionou a Assembléia Provincial, em 1835, hoje, Assembléia Legislativa do Piauí.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h53
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Catedral de N. Sra. da Vitória
 Desenho: Terto E-mail: tertoa@hotmail.com
“Em 1733 foi fundada a Igreja de Nossa Senhora da Vitória, primeiro templo regular do Piauí. Para sua construção foi demolida a velha Capela do Arraial ou Fazenda Cabrobó. Sobre a construção não existe documentação. O relógio, fabricado na Inglaterra, no ano de 1816, foi colocado na torre sete anos depois.
A fachada apresenta três portas de vergas retas, com cercaduras de cantaria, , folhas almofadadas, sendo a central mais larga. Encimando as portas, cimalha corrida. Sobre a porta principal, cartela com inscrição, ornatos e cruz, todos em pedra. À altura do coro, duas janelas de vergas retas, vedadas por grades. Frontão triangular, coroado por cruz e pedestal. Torres de base quadrangular. A do lado esquerdo tem porta falsa coroada pro cimalha cursa e óculo, ambos guarnecidos em pedra. Essa torre não possui telhado. A do lado direito tem o relógio no corpo, sineira em arco pleno, telhado piramidado e pináculos sobres os cunhais. As fachadas laterais possuem portas e janelas de vergas retas. Dando acesso à Igreja, escada e adro, com Jesus Crucificado sobre pedestal. Internamente, a planta apresenta corredores laterais. O altar-mor tem o predomínio do branco, com algumas dourações. Nicho central ladeado por dois outros menores, entre colunas envoltas por motivos florais. O teto da capela é em caixões. Nas paredes laterais existem três arcadas de cada lado. Existem ainda, no interior da capela-mor , uma enorme de Cristo Crucificado. Arco cruzeiro em pedra, ladeado por dois altares simples que possuem colunas iguais às do altar-mor. Duas capelas laterais, com portas de acesso em arco pleno vedadas por balaústres de madeira. Coro com gradil de madeira vazada e treliças, forro da nave artesoado e púlpito de madeira” (in Guia dos bens tombados Brasil – 2ª edição – Rio de Janeiro – Expressão e Cultura, 1987 – Coordenação de Maria Elisa Carrazzoni).
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1940.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h51
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Cine Teatro Oeiras

Construído em 1940, apresenta o estilo arquitetônico Art Decó.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h49
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Estátua de N. Sra. da Vitória

Construída topo do Morro do Leme, em 1985. Mede 15m. Acesso através de escadaria com 161 degraus. Neste acidente geográfico mora, num desvão, o carneirinho de ouro que a lenda nos fala.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h46
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Igreja N. Sra. da Conceição

É a mais nova do centro histórico. Construída no início do século IXX. A Imagem da Imaculada Conceição, em madeira, obra portuguesa, é de grande valor artístico. Há um belo Cristo Crucificado, em tamanho natural, esculpido pelo Padre Ângelo Maritano, em 1977, então Vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Vitória.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h45
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Igreja N. Sra. do Rosário

Segundo templo construído na cidade no terceiro quartel do século XVIII. As alterações mais significativas foram 1937 e 1952. Os dois retábulos de madeira no seu interior são primitivos. A imagem de Nossa Senhora é do século IXX, de madeira, e veio de Portugal.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h44
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Morro da Cruz
 Nele havia uma cruz de pedra, como marco do início do século XX. Uma outra de concreto foi erigida aludindo-se a atual centúria. De lá, descortina-se uma visão panorâmica da cidade. A visita pode ser feita através de automóveis.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h41
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Paço Municipal
 Casa de Câmara e Cadeia construída em 1809 pelo governador Carlos César Burlamaqui. É o sobrado mais antigo da cidade. Foi residência do Coronel João Batista Ferraz no final do século IXX. Sediou o Círculo Operário Oeirense. Paço Municipal, hoje.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h38
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Palácio João Nepomuceno
 O Museu de Arte Sacra é o único do gênero no Piauí (1983). O prédio foi residência particular. Nele funcionou o Grupo Escolar “Costa Alvarenga” (1929-1938). A partir de 1950 até 1978, serviu de Palácio Episcopal. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14.01.1939.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h29
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Passos da Paixão
 São em número de 5 (cinco), espalhados pelo centro histórico. São abertos e visitados apenas na Sexta-Feira da Paixão, durante a Procissão.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 07h20
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Pé de Deus e Pé do Cão

Acredita-se que quando Cristo veio ao mundo, aqui deixou o rastro petrificada de seus passos. O Tinhoso, sempre em seu encalce, também deixou, ao lado, sua marca redonda. Mas ninguém pode vê-la. Em frente ao Pé de Deus, levantou-se uma cruz de pedra. No Pé de Deus, depositam-se flores, acendem-se velas. No Pe do Cão são jogadas pedras. A cada dia, o monte de pedras cresce. Localizado no bairro Rosário, num enorme lajedo, “o qual nem beijos piedosos, nem as chuvas do inverno conseguiram apagar”, na descrição poética do escritor O. G. Rego de Carvalho.
Escrito por :: Turismo & Cultura :: às 22h31
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